Alberte Momán Noval

Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Un fragmento de Alicia

In libros,textos,Uncategorized on Abril 27, 2018 at 3:50 pm

 

Bosquexos para unha distopía está composto de tres relatos. O último deles é Alicia, unha revisión da famosa Alicia de Carroll.

Aquí podedes acceder ás primeiras páxinas.

Primeiras paxinas Alicia – Bosquexos para unha distopia

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Comienza a leer Lapamán

In entrevista,libros,textos,Uncategorized on Abril 26, 2018 at 9:11 am

Lapamán

Ediciones Atlantis – 2018

Accesible el primer capítulo: Comienza a leer Lapaman

Conoce más sobre la obra leyendo la entrevista al autor.

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Lapamán es más que una playa del término municipal de Bueu (Pontevedra), es un antihéroe, un ser híbrido que, lejos de defender un paradigma de moral, aplicándola sin misericordia contra los antagonistas de la obra, está lleno de defectos, contradicciones e inseguridades que manifiesta de una forma natural, como cualquier persona real puede hacer a lo largo de su existencia. Al igual que Jacquemort, protagonista de la brillante novela de Boris Vian, Lapamán se presenta a la sociedad en edad avanzada, por lo que, en muchos aspectos, la inocencia lo acompaña en gran parte de sus actos, así como otros rasgos infantiles, que se van matizando a medida que los acontecimientos se suceden. Como con las novelas de Momán, acostumbra a suceder, resulta complejo catalogar sus textos en un único género. Hablamos, en este caso, de una novela negra que se acerca al mundo del cómic clásico por medio de su protagonista híbrido. Un texto inquietante y de lectura rápida que podría ser descrito como micronovela, término utilizado en múltiples ocasiones por su autor.

 

Começa a ler Ocidente

In Uncategorized on Abril 11, 2018 at 11:13 am

Le as primeiras páginas de Ocidente.

Começa a ler Ocidente

cubierta ocidente capa

Primeiras páxinas

In Uncategorized on Abril 4, 2018 at 12:29 pm

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Podedes acceder ás primeiras páxinas de Tripas.

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Relatos

In Uncategorized on Xaneiro 29, 2018 at 3:46 pm

olho farol

Imagem que acompanhava o relato Benvidos á noite americana na edição promovida pela Câmara de Curtis. Autor: Alberte Momán

Resgato hoje dois relatos.

Benvidos á noite americana. Accésit no II Certame de Narración Curta do concello de Curtis no 2005.

Este texto é dos meses que passei pelas terras da Limia, concretamente Allariz e Vilar de Santos. Nele faço-me acompanhar por Jim Morrison e Hugo Ball numa caminhada entre Xinzo e Celanova.

Cangas. Recolhido no libro dos Premos Pedrón de Ouro do ano 2012.

Os meus tempos em Cangas foram frutíferos em quanto a narrações. Um exemplo é este texto que leva o nome da vila.

Román Raña sobre Tripas no Faro de Vigo

In Uncategorized on Xaneiro 25, 2018 at 11:45 am

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José Alberte Corral fala sobre Ocidente

In Uncategorized on Xaneiro 9, 2018 at 9:10 pm

Eduardo Castro Bal

Ocidente de Alberte Momám

por J. Alberte Corral Iglesias

Para mim que nom som critico literário, nem tenho formaçom especifica sobre os diversos eidos da literatura, escrever sobre “Ocidente”, o último livro de relatos de Alberte Momám nom é umha tarefa doada, e muito mais quando só som leitor da sua obra poética. A Momám devemos-lhe vários poemários dumha intensidade que subjuga ao leitor: Road Movie, As mil horas, A chuva que derrete a mármore até chegar ao cadáver, etc… Nesta nova entrega literária, na que os relatos rematam com um pequeno poemário, Momám, apresenta-se como um ser conformado por umha poética tremendamente pessoal.

Bem sabemos que numha obra literária nada é casual, o escritor atribui a cada umha das palavras umha funçom mágica, sedutora, para com as mesmas nos interrogar sobre as razons do que nos conta. E de agradecer ao narrador o seu estilo fluente e directo à retina do leitor, que o conduz além da imediatez do texto; porque para Momám expressar as circunstancias da condiçom humana nom é um exercício estilístico mais, mas si umha ética solapada na palavra. A sua escrita só pode ser o resultado dumha estudada depuraçom lingüística que decorre tempos e espaços invocadores nos quais interroga. Os textos de “Ocidente” tornam-se mais poderosos à medida que as personagens reflexionam com as suas contradiçons inerentes a toda existência que pretenda ser livre. Através da narrativa dos relatos percebemos a interrogaçom sobre as condutas humanas que o autor fai sua e quere também fazer-nos cúmplices da mesma.

Deparemos no relato de “Ocidente” intitulado: Não há ninguém perto de si”, escrevido com um feitio plástico e ricaz, Nele Momám elabora umha estória inesperada onde tempos e espaços estám misturados num discurso para nos mostrar aquilo que é agachado ainda que padecido. A linguagem está determinada por umha rítmica directa e sedutora. A personagem central encarnada numha mulher, Ameline, marca e vértebra todo o desenvolvimento dos acontecimentos narrados desde umha sexualidade livre até nos apresentar a barbaridade da guerra.

A linguagem literária de Momám é poderosa pois nom se serve da mesma para agochar as cousas senom para nos apresentar espidas de toda retorica. Através dos acontecimentos vividos polas personagens revela-nos aquilo que tentam vender como um sucesso mais exposto em dous segundos na ecrá dum noticiário de televisom, resultando ser só umha justificaçom para nos vender publicidade. Identifico-me com o jeito de contar de Alberte Momám, emociona-me. A escrita dos textos está cheia de presente e passado, desvelando que talvez o homem nom seja outra cousa que o grande mono assassino.

Ocidente

In Uncategorized on Novembro 14, 2017 at 8:59 am

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Ocidente

Alberte Momán Noval

Círculo Rojo. 2017

 

Atar é submeter.

 

Manter preso um animal com a pele de outro ani­mal.

 

A humilhação como a máxima expressão do domí­nio.

 

Submeter os escravos com a pele de outros escravos.

 

Aprendemos em crianças a falar a língua do homem branco, aquela do ocidente que se tornou universal, porque o ocidente só conhece uma língua.

 

Pego no copo, antes do primeiro sorvo olho ao redor e só vejo ocidente.

 

Alberte Momán Noval. Ferrol. 1976

Para quem tem nado nela, Ferrol é mais do que uma cidade. Para mim tem sido um recurso literário para a sobreviver. É por isso que sempre volto ao mesmo livro, descrevendo um Ferrol que não é mais aquela cidade, senão uma forma de falar do atual Ocidente.

 

 

Tripas

In libros,Uncategorized on Novembro 3, 2017 at 3:43 pm
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Tripas
Alberte Momán Noval (Ferrol. 1976)
Belagua Ediciones. 2017
Edición bilingüe Gallego/Español

Facer visibles as tripas, todo o que de forma natural permanece agochado, non é fácil, nin sequera conveniente. Transparentar os tecidos que recobren o oculto significa evitar as precaucións inherentes ao instinto de supervivencia, espirse no máis cru inverno dunha periferia universal e fragmentada. Deixar constancia da dor, da mácula coa que o sangue escurece as superficies é, en esencia, morrer para deixar paso ao mito, ao que nunca foi pero que permanece.

Hacer visibles las tripas, todo lo que de forma natural permanece escondido, no es fácil, ni siquiera conveniente. Transparentar los tejidos que recubren lo oculto significa evitar las precauciones inherentes al instinto de supervivencia, desnudarse en el más crudo invierno de una periferia universal y fragmentada. Dejar constancia del dolor, de la mácula con la que la sangre oscurece las superficies es, en esencia, morir para dejar paso al mito, a lo que nunca fue pero que permanece.

A chuva que derrete o mármore até chegar ao cadáver

In Uncategorized on Outubro 5, 2016 at 9:05 am
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A chuva que derrete o mármore
até chegar ao cadáver

Alberte Momán Noval

Já disponível em Crowdpublishing
“Neste livro misturo a realidade e ficção para monstrar as motivações para a escrita, já não como parte da vida nem mesmo como recurso para a existência, senão como a vida mesma inseparável com o feito de viver.”

Alberte Momán Noval

Livros de Ontem convida-o/a a participar na publicação desta obra
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Nome impresso nos agradecimentos.
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1ª edição limitada a 200 exemplares.
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